Clipping de Relações Internacionais

Obama defende energia limpa para gerar empregos

Posted in Américas, Meio-Ambiente, Regiões, Social & Questões Culturais by gleika on 28/01/2010

Estados Unidos – Reuters – 28/01/2010

O presidente dos EUA, Barack Obama, disse em seu discurso do Estado da União, na quarta-feira, que o país deve investir em energia limpa para estimular a criação de empregos, mas não citou a criação de um mercado para créditos de emissões de carbono. 

O projeto de lei sobre o clima que tramita no Congresso prevê a atribuição de um valor financeiro para as emissões de usinas elétricas, refinarias e fábricas, com a criação de um mercado de créditos para os poluentes responsáveis pelo efeito estufa. O texto também adota metas de redução das emissões de carbono nos EUA pelos próximos 40 anos.

Adversários temem que os cortes nas emissões causem fechamento de vagas ou a transferência de postos de trabalho para o exterior. O desemprego nos EUA já está acima dos 10 por cento.

Em seu primeiro discurso do Estado da União, na noite de quarta-feira (já madrugada de quinta no Brasil), Obama preferiu enfatizar o potencial da lei para atrair enormes investimentos na fabricação de painéis de energia solar, fazendas eólicas e outras fontes de energia limpa. Segundo ele, isso irá estimular a criação de empregos e as exportações para concorrentes como China e Índia.

“Neste ano, estou ávido por ajudar a promover o esforço bipartidário no Senado”, disse Obama, que acaba de perder a maioria qualificada de 60 votos no Senado, por causa da eleição de um republicano numa eleição suplementar em Massachusetts.

“E, sim, isso significa aprovar um projeto energético-climático abrangente, com incentivos que irão finalmente fazer da energia limpa o tipo de energia lucrativa na América.”

Tentando “amaciar” os adversários da lei climática, ele promoveu a energia nuclear, a exploração de petróleo em alto mar e as usinas termoelétricas com carvão “limpo” como sendo outras áreas importantes de investimento.

Ele não disse que o projeto terá de incluir mecanismos de limites e créditos de emissões.

O presidente dos EUA, Barack Obama, disse em seu discurso do Estado da União, na quarta-feira, que o país deve investir em energia limpa para estimular a criação de empregos, mas não citou a criação de um mercado para créditos de emissões de carbono. 

O projeto de lei sobre o clima que tramita no Congresso prevê a atribuição de um valor financeiro para as emissões de usinas elétricas, refinarias e fábricas, com a criação de um mercado de créditos para os poluentes responsáveis pelo efeito estufa. O texto também adota metas de redução das emissões de carbono nos EUA pelos próximos 40 anos.

 

Adversários temem que os cortes nas emissões causem fechamento de vagas ou a transferência de postos de trabalho para o exterior. O desemprego nos EUA já está acima dos 10 por cento.

 

Em seu primeiro discurso do Estado da União, na noite de quarta-feira (já madrugada de quinta no Brasil), Obama preferiu enfatizar o potencial da lei para atrair enormes investimentos na fabricação de painéis de energia solar, fazendas eólicas e outras fontes de energia limpa. Segundo ele, isso irá estimular a criação de empregos e as exportações para concorrentes como China e Índia.

 

“Neste ano, estou ávido por ajudar a promover o esforço bipartidário no Senado”, disse Obama, que acaba de perder a maioria qualificada de 60 votos no Senado, por causa da eleição de um republicano numa eleição suplementar em Massachusetts.

 

“E, sim, isso significa aprovar um projeto energético-climático abrangente, com incentivos que irão finalmente fazer da energia limpa o tipo de energia lucrativa na América.”

 

Tentando “amaciar” os adversários da lei climática, ele promoveu a energia nuclear, a exploração de petróleo em alto mar e as usinas termoelétricas com carvão “limpo” como sendo outras áreas importantes de investimento.

Ele não disse que o projeto terá de incluir mecanismos de limites e créditos de emissões.

“Parece que a liderança democrática está se aferrando à legislação combinada de energia e mudança climática por enquanto. Embora ele não tenha dito ‘limites e créditos’, ele disse, sim, que (os democratas) irão pressionar por uma política climática abrangente”, afirmou Will Pearson, analista global de energia da consultoria Eurasia Group.

Obama tampouco citou a meta de redução de emissões que ele havia prometido antes da conferência climática da ONU em Copenhague, em dezembro – um corte de 17 por cento até 2020, em relação aos valores de 2005, condicionado à aprovação da lei climática no Congresso.

Disponível em: http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRSPE60R08D20100128?pageNumber=2&virtualBrandChannel=0

Acessado em: 28/01/2010

Uma resposta

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  1. InventorBrasil said, on 20/05/2010 at 1:10

    O que fazer?

    Desenvolvi um equipamento mecânico que consegue erguer uma carga superior a carga aplicada sobre o mesmo. Para testes, executei um protótipo bem rudimentar, com os componentes em madeira. Apesar de ser rudimentar consegui bom grau de precisão executiva. Obtive o resultado apresentado no desenho anexo com ganho de potencia na faixa dos 5 a 5,5%, como não sou do ramo comercial, peço ajuda no sentido de uma orientação de como devo aproveitar o projeto, tenho consciência de tratar-se de algo valioso, mas também não sei quantificar quão valioso é. Receberei de bom grado todas as resposta, mesmo as gozações e desaforos,porem responderei aquelas mensagens com conteúdo sério.
    A minha resposta pode demorar até uma semana por que só tenho garantido o domingo para usar a Internet. Aquele que me ajudar efetivamente e der uma orientação válida, será regiamente recompensado.
    Se útil, quanto valeria este projeto?


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